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terça-feira, 8 de setembro de 2015

"Pequenos detalhes fazem a diferença"

Como exemplo, a mesa após uma varredura da técnica
"Pequenos detalhes fazem a diferença".
Quando a minha casa está em formato de caos - e acredita... acontece mais vezes do que aquelas que desejo ver - respiro fundo e uso a máxima "Pequenos detalhes fazem a diferença".

Isto porque quando está em formato de caos, não tem mesmo ponta por onde se lhe pegue.... são papeis no chão, sacos no meio do caminho, mais papelada no móvel, na secretária, sacos das compras, malas de viagem, malas do dia a dia, tralhas e mais tralhas.... como é que isto chegou a este ponto???? É simples.... acontece frequentemente quando chego de viagem de algum lugar, despejo as tralhas do carro para casa, e estou demasiado fatigada durante um ou dois dias para colocar tudo imediatamente no lugar.... E para mim... fadiga é rei. Manda em mim, como um General...

Chego a conseguir ignorar esta confusão até uma semana..... mas depois.... para tomar coragem para arrumar lembro-me: "Pequenos detalhes fazem a diferença".
E começo, peça a peça a leva-la para o seu lugar. Uma a uma... e sempre que me apetece desistir, e vir para o computador e ignorar toda a confusão.... de novo o pensamento.... "Pequenos detalhes fazem a diferença".

 E pouco a pouco... começo a ver um móvel desimpedido, já consigo passar pelo corredor, sem ter que saltar entre sacos, ou pelo menos já arrumei o suficiente para me sentir um pouco melhor.
 Esta máxima resulta muito bem para a cozinha. A cozinha para mim, é o meu "tem mesmo que ser, mas não quero!" de estimação. ADORO ter o balcão da cozinha a zero... ou seja, praticamente sem nada em cima... o que... numa cozinha.... não é fácil.... E de novo, respiro fundo...  e penso... "Pequenos detalhes fazem a diferença", e um a um, começo a colocar os mil um frasquinhos de especiarias, taças, tacinhas, copos, canecas, tachos e sacos vazios que despejei sem me apetecer dobrar logo a seguir, a voltarem ao seu local.

Idealmente começo por secções, primeiro a mesa, depois o chão, depois a secretária...etc.... Bem.... esta é sempre a minha intenção. Mas como me disperso muito facilmente, acabo pegando objectos provenientes de locais diferentes, pensando que cada objecto conta como mais um detalhe (arrumado) que fez a diferença. Na verdade não importa qual ordem de arrumação, qual a técnica desde que resulte! 

A minha cozinha após uma varredura
"Pequenos detalhes fazem a diferença"
deixo ao critério da tua imaginação o caótico "antes"
Na cozinha, nem sempre coloco tudo tudo no seu lugar.... É habitual haver sempre loiça por lavar, pois é uma tarefa que vou fazendo às vezes só para desanuviar do computador, ou como desculpa para lavar as mãos..... Qualquer outra dona casa, lava a loiça toda de uma vez.... mas eu... não sou uma dona de casa... ai... se eu pudesse ter alguém para cozinhar para mim e arrumar a cozinha, seria tão bom!!!! Devia ter nascido princesa.... bolas!

Existe ainda mais um aspecto que me lembro, em que  "Pequenos detalhes fazem a diferença" É na roupa. Quer seja roupa suja (espalhada pela casa?), que isso é fácil, é só levar para o cesto da roupa suja, ou para a máquina, ou para a roupa lavada.... Aí... confesso. Não tenho a mínima paciência para passar 3 horas a ferro..... por isso, monto o estaminé (ou seja, a tábua de passar a ferro que me fica a estorvar o espaço (escritório - casa pequena) até que termine), e divido a tarefa em períodos de 30 minutos todos os dias até terminar. Não creio que isto funcione muito bem para uma pessoa com família, mas para mim, que só faço uma a duas máquinas de roupa por mês dá perfeitamente. Quando é que fico rica, para pagar a alguém que o faça por mim? Ai.....

Na verdade, "Pequenos detalhes fazem a diferença" em tudo na vida. Quando fazes um agradecimento, quando te lembras de uma data especial, quando num relatório decides colocar uma ou duas imagens perfeitamente desnecessárias, para ilustrar um exemplo, quando dás um erro ortográfico (também faz a diferença), quando dás a devida atenção a um cliente apenas por o olhar nos olhos, e o ajudas a levar as compras para o carro, entre uma foto tremida e uma foto bem focada e luminosa publicada num site de vendas ou quando publico neste blog semanalmente em vez de ter meses de interregno... (sorry!...).... São estas pequenas coisas que fazem a diferença entre o bom e o medíocre, o bom e o especial (aplicado por exemplo a serviços),

Por isso, esta publicação é para preguiçosas sem preguiça e cansadas como eu. Espero ter inspirado, ou feito sorrir.... 
Note: arrumar, não é destralhar... mas ajuda muito!

domingo, 19 de abril de 2015

Como viver sem uma divisão chamada despensa

Despenseiro com cestos de extraíveis
e outro com espaço para vassouras
Foto do meu 1º apartamento -
o espaço de arrumação sobrava....

Desde que tenho casa própria que me habituei a viver sem despensa. Devo dizer, que se ao principio me pareceu que ia fazer muita falta, o facto é que é muito mais fácil viver com um pequeno armário de 40 cm de largura, e várias prateleiras como despenseiro. 

Já vi muitas despensas, e pelo facto de serem locais apertados, são propensos a muita desordem e acumulação. Não ter uma despensa, facilita na hora de optar por ter menos coisas.  



Pode perguntar-se onde guardo aspiradores, tábua de passar a ferro, vassoura, esfregonas???? 
Habituei-me também a encaixa-los habilmente entre paredes e móveis! Discretamente encapsulados, e sem estorvar. 

Para despenseiro actual, estou a usar uma estante BILLY com porta. Uma vantagem desta estante, é que as prateleiras são ajustáveis à altura que necessito. 

Adicionei 3 mini-prateleiras exteriores que uso para expor os meus livros de culinária, e o meu saco de guardanapos, mas penso que quando destralhar os livros de culinária, posso usa-las para colocar especiarias, ou frascos com conteúdos alimentares... logo se verá. 


Optei por não encostar o móvel à parede. Entre o móvel e a parede, fixei com cola-prego suportes 3 suportes de vassoura - um no móvel, outro na parede e outro no fundo, e 2 mini-cabides em baixo (para a pá e mini-vassoura que tenho). Consigo assim colocar o cabo da esfregona, a vassoura e a mopa. Em baixo uma pá e vassoura IKEA, e uma pequena vassoura. 

E onde guardo o balde da esfregona? No armário do lavatório do WC, com a esfregona lá dentro (já que o cabo, fica desencaixado no espaço antes referido). Tive o cuidado de adquirir um balde que encaixasse exactamente na altura da prateleira inferior do armário do WC. Se não tem espaço no armário do WC, ou noutro armário, ou tem tralha a mais, ou pode ter que reorganizar os seus armários.

Outros dois itens muito habituais numa despensa, são o aspirador e o ferro de engomar. 

Pelo pouco/ou nenhum uso que dou ao aspirador optei por um aspirador portátil. Mesmo que tivesse um grande, a opção seria a mesma. Matenho as caixas originais do ferro de engomar e do aspirador para os arrumar.

Porquê???? Porque é muito mais fácil arrumar uma forma quadrada, e aproveitar o espaço em qualquer armário desta forma, do que nos sujeitarmos às formas irregulares do ferro de engomar ou do aspirador.

Desta forma, posso ter o aspirador e o ferro dentro de qualquer armário da casa. Quer seja um armário na cozinha, ou no quarto. No meu caso, a opção escolhida foi o guarda-fatos. 

Escadote encapsulado
num espaço "morto"
Finalmente a tábua de engomar. Está também discretamente encaixada entre o meu guarda-fatos e uma parede. Caso eu não tivesse aquele escadote grande, seria entre o frigorífico e a parede que estaria a tábua de engomar. 

Por norma, passo a ferro sempre no escritório (onde está o guarda-fatos), pelo que a tábua e o ferro se encontram guardados aí - claro - entre o meu guarda-roupa IKEA PAX e a parede.

Faltou mencionar alguma das tralhas que se guardam na despensa? Os detergentes? Já sugeri um local aqui neste blog. 

E onde guardar os sacos? A minha sugestão é que comece a reutilizar um ou dois sacos e se livre do resto... Mas um dia destes mostro como/onde...

Organizar: O facto de não ter a divisão "despensa" pode ser uma vantagem, pois "obriga" a pensar bem no que se tem e a organizar melhor os espaços
Minimalismo: mais uma vez, ter menos espaço, facilita imenso para decidir quantas coisas se tem, "obrigando" a ter menos... E neste caso... menos é MAIS (espaço)
Filosofia: Menos é mais
Dicas: 1. Encaixe vassouras, mopas e esfregonas, tábua de engomar no espaços "mortos" e apertados da sua casa.
2. Mantenha objectos de forma irregular dentro das suas caixas orginais. Um objecto retangular, é mais fácil de encaixar em armários e permite mais arrumação.
Ikea Hacking: transformar uma estante BILLY, habitualmente usada apenas para livros num despenseiro de cozinha



sábado, 28 de março de 2015

Destralhar talheres - ganhar espaço e tempo

Aproveitando a inspiração da minha própria publicação sobre talheres, resolvi abrir a minha gaveta e “destralhar” de vez os excessos. Só não foi um verdadeiro destralhamento, porque os talheres fazem parte de um faqueiro que pertence na realidade aos meus pais, e que por isso, simplesmente tirei o que estava em excesso, e recambiei para a casa deles – o faqueiro é tão XPTO que até tem uma caixa especial para ele. 



Pelo "caminho" achei muitas tralhinhas, as quais gostaria de dar outro destino mais util que não fosse o lixo:
Tralhas de-mais....
  • Um monte de palhinhas (que sobram dos pacotes tetra-pack - quem quer?)
  • 2 rolhas (vão para um senhora que faz reaproveitamento das mesmas)
  • 3 mini-garrafinhas de plástico
  • pauzinhos do chinês (reaproveito para trabalhos manuais)
  • 1 pauzinho de plástico de colher de café (lixo)
  • 1 argola de natal para guardanapos em plástico (quem quer isto???)
  • 1 atilho IKEA para sacos (é o tipo de coisas que chamo tralhas que compramos sem pensar no IKEA... viva a reutilização das molas de roupa; não fui eu que comprei... aterrou cá em casa)
tralhitas "arrumadas"

Atei as palhinhas com elásticos para não andarem espalhadas pela gaveta, e voltei a enfiar tudo no espacinho que sobra entre o organizador de talheres e a gaveta (para não realojar outro local). Sempre dá outro ar à foto... imagine o que fez pela minha gaveta....




Saiu isto tudo da gaveta
Da gaveta, retirei esse número enorme de talheres. Porque verdade seja dita, no dia a dia, uso sempre as mesmas duas ou três colheres, um ou dois garfos, e facas (a não ser as de corte), nem sequer estou para isso. Penso que a única razao que há para ter tantos talheres é quando se recebe muitas pessoas (não sou cozinheira para isso), ou se tem uma família grande. Que não é definitivamente o meu caso. Por isso, menos talheres é mais espaço, mais arrumação e menos uma desculpa para não lavar a loiça....

Basicamente, retirei as colheres de sopa (não as usava por serem demasiado grandes, pois usava sempre as de sobremesa), as facas de peixe (são basicamente inúteis para uma praticamente vegetariana, e facilmente as substituo pelas outras), e os garfos grandes (de peixe e carne), mantive apenas os de sobremesa. Essencialmente gosto de coisas pequenas. Deixei algumas colheres de chá e café, porque uso muito, de acordo com o tamanho das chávenas (não gosto ter colheres de  chá afogadas na caneca de leite, mas também não aprecio ter a colher de chá, a entupir a chávena de café)

Colheres de 2ª escolha...
Como disse, recambiei todos eles de volta p'ra a caixa do faqueiro em casa dos meus pais....
Mas existe algo muito irónico em casa deles. Toda a vida usámos uns talheres que me lembro terem sido adquiridos no Brás e Brás (quem se lembra?), e que diziam 2ª escolha… Eu, na minha inocência de criança sempre pensei que a palavra “2ª escolha” gravada nos talheres era a marca dos talheres. Na verdade, significava que eram talheres com pequenos defeitos (mínimos na verdade, pois nunca lhes senti nenhum).

Mas o absurdo mesmo é usar talheres de "2ª escolha", tendo um faqueiro novinho em folha guardado numa caixa… Para “quando há visitas”, para “dias de festa”… Só que as visitas e os dias de festa foram escasseando há medida que o cansaço do dia dia, deixa poucas reservas para planear e executar dias especiais. Até que os dias especiais se tornam tão ordinários como outro dia qualquer, e usamos talheres de 2ª escolha até nesses dias, porque para usar os talheres do faqueiro, de tanto tempo guardados, precisam de ser lavados antes de usar, e isso dá mais trabalho...

Filosofia: "nunca guarde nada para dias especiais....."
Organizar: retire tudo da sua vida que não usa. Organize deixando espaço livre e vazio. Torna mais fácil achar as coisas e tudo.
Minimalimo: se eu conseguisse ser mesmo minimalista só teria uma colher de sopa, uma de chá, um garfo e uma faca...
Destralhei a casa dos meus pais: desta vez, entulhei a casa deles.... mas um dia aquele faqueiro de 2ª escolha terá um destino mais útil...
Cozinha: reduza o número de utensílios que tem na cozinha.... a vida fica mais fácil, quando não tem que gastar 5 minutos à procura daquela faca especial, que está no amontoado de talheres....
um dia pode ser preciso: no dia que precisar de talheres que não tem, peça emprestado à vizinha, se não tem vizinha, peça à tia.... não compre aquela tralha poluente que se chama talheres de plástico... improvise... faça comida que se possa comer com a mão... mas evite atulhar a sua gaveta...





segunda-feira, 23 de março de 2015

Ikea Hacking com móveis LAIVA

Consola de hall
de entrada
Um dos  meus Hackings favoritos, é o meu móvel do hall de entrada que no meu caso é um estreito corredor: serve como recepcionista de sapatos, como cabide, e como receptor de objectos.... Acho que tem um nome apropriado, será "consola de entrada"???

Foi feito com um orçamento de 80 euros em 2011:

Cabides
A prateleira estante virei para baixo (ao contrário das sugestões IKEA), e preguei nela os ganchos para fazer de cabides. 3 deles uso para chaves, os outros para malas e casacos.




Varão para cruzetas
Acrescentei um resto de varão de cortinado (que até vinha com terminador) preso por dois suportes de calha, em que um deles foi serrado para caber.
No varão costumo ter duas ou três cruzetas coloridas para flexibilizar o espaço para casacos.



Candeeiro de KNUBBIG
Coloquei uma luz ambiente com o candeeiro KNUBBIG, mas em vez de o colocar em cima da prateleira, coloquei-o voltado para baixo com cola-prego (assim se mantém há 3 anos) .




banco/sapateira
Transformei o móvel de TV em banco, acrescentei dois coxins IKEA, que uso simultaneamente para este "banco", e para as minhas cadeiras de exterior. A prateleira inferior serve como sapateira, e a Mia não resiste a dormir em cima dos coxins enquanto espera que chegue a casa.



Detalhe das prateleiras
Considerei transformar também a prateleira mais baixa da estante em sapateira, mas não foi necessário, e de momento tem 2 caixas IKEA onde guardo os incensos (numa delas), e sacos de plástico noutra + flyers de publicidade que uso para os meus trabalhos manuais. Não é a solução perfeita, porque as caixas não cabem perfeitamente na estante, mas como a profundidade do móvel banco é ligeiramente superior à da estante, não estorva.

sábado, 21 de março de 2015

Porque é que um dia pode ser preciso?

Velas de aniversário
Um pequeno exemplo, que encontrei (entre muitos) ao destralhar uma gaveta na casa dos meus pais: Velas de aniversário...
Em casa dos meus pais: " um dia pode ser preciso, num momento de aflição"
LOL.... quando falhar a luz, aposto que não se vai lembrar que tem as velas e vai buscar a lanterna.... Assim se vão guardando tralhas e mais tralhinhas.... coisinhas pequenas sem fim, que vão atulhando gavetas, prateleiras, caixas e caixinhas, que de tão bem guardadas que estão, ninguém se lembra mais que existem....

E se... não se lembram.... como podem ser precisas?????
O que eu faria com elas: estive quase quase a pegar nelas para as trazer para fazer trabalhos manuais - são ótimas para esquentar o bico da sovela para furar plástico acrílico

Quando guardar qualquer coisa, reflita bem na vantagem de "um dia pode ser preciso" vs o espaço que ocupa vs a possibilidade de adquirir de novo vs o tempo que aquilo vai ficar na gaveta. A escolha é sua.... 

quarta-feira, 11 de março de 2015

Onde destralhar talheres

5 colheres de chá iguais
3 garfos (todos diferentes)
5 facas (de 3 conj. diferentes)
5 colheres de sopa (1 conjunto, e uma colher diferente)
Nunca comprei um talher na minha vida! Ou quase nunca! A excepção para compra de talheres são as facas (quando me esquece de levar uma quando viajo - gosto sempre de viajar com uma faca), e um conjunto de colher, garfo e colher pequena que tive que adquirir uma vez numa casa, por não existir mesmo nada lá. 

A primeira casa onde morei, era alugada em conjunto com colegas universitárias. Quando elas se foram embora - herdei todos os talheres delas. 

Quando finalmente tive casa própria, a minha primeira casa, desejei ter tudo bonitinho a condizer, e não um talher de cada qualidade - pedi à minha mãe que me desse parte do faqueiro dela (de 12 peças cada), mas tive uma valente nega. 

Como não tinha dinheiro para comprar o faqueiro que realmente queria (sonhava com aqueles de dois tons cromado e cromado fosco), nunca comprei, e os anos foram passando, passando e eu com um talher de cada raça, e, sinceramente - já não me ralava....

No meu percurso, mudei de novo para o ninho - aí não precisava dos talheres, e estes ficaram arrumados num caixote. 

Quando voltei a ter casa própria, milagre dos deuses, a minha mãe concedeu-me parte do faqueiro dela que eu sempre desejei (finalmente tudo igualzinho e a condizer) - Ah! mas falta mencionar que os talheres que pedi, estiveram durante mais de 30 anos dentro duma caixa guardada para "momentos especiais" - irra! - pois no dia a dia usa-se talheres de 2ª escolha....

Agora tenho 6 talheres de cada, e acho que são demais - 
  • 6 colheres de sopa (quase nunca uso), 
  • 6 colheres de sobremesa (só uso estas), 
  • 6 colheres de café, 
  • 6 colheres de chá - para quê esta distinção entre chá e café - que paneleirisse!
  • 6 garfos de carne, 
  • 6 garfos de peixe (outra paneleirisse inimiga do minimalismo), 
  • 6 facas de carne 
  • e 6 facas de peixe (que NUNCA uso). 
Estou a pensar seriamente em reduzir a 3 de cada, e voltar a colocar as restantes dentro da caixa original do faqueiro em casa dos meus pais - a gaveta está demasiado cheia.

E o que fazer aos talheres desencontrados???? Ah... pois... ter em duplicado é que não! Troca-se!!! claro! Troquei por um recipiente de vidro, com tampa de plástico - dá sempre jeito....
Agora, o curioso é que já não tenho esse recipiente, mas também não faço ideia do que lhe fiz... 

Outro destino possível para os talheres poderia ter sido um local solidariedade social onde oferecem refeições  gratuitas.
E o outro, é ser criativo e procurar na Internet as mil e uma soluções para criar obras de arte com eles!

Troquei: 18 itens, recebi 1, e fiquei sem nenhum
Minimalismo: reduza o número de talheres no dia a dia - assim tem que os lavar mais vezes, e serão menos o número de talheres desarrumados  - ajuda a organizar.
Filosofia: o que já não serve para mim, pode servir para outros. 
Não guarde nada para ocasiões especiais. Cada dia que está vivo é uma ocasião especial - use tudo o que tem. Se não usa, ofereça, troque, venda, deite fora, recicle, mas conceda-se a liberdade de ter o espaço liberto do que não precisa. 
E não se preocupe se vai precisar "daquilo" um dia.... Um dia pode nunca chegar, e se chegar o universo vai congeminar uma forma você ter aquilo de volta mil vezes melhor do que tinha antes.... 
Quando não se tem algo, tem-se sempre espaço livre.



segunda-feira, 2 de março de 2015

Minimalismo - quando o menos é mais

Durante anos, coleccionei os pequenos livros de culinária que vinham com a revista Activa. Para nunca os chegar a abrir, ou ler... A minha filosofia diz que se não é usado há mais de um ano, é porque tem que sair. E foi assim que num vaipo, coloquei quase todos os livros à venda num OLX.
E, milagre bom, o comprador apareceu uma a duas semanas após a publicação do anúncio! Coloquei por um preço médio de 75 cêntimos cada um - não queria dá-los, mas queria que o preço fosse bem apelativo para destralhar o mais rápido possível. E assim foi. Digam lá se não ficou melhor? Eu adorei! Ganhei ESPAÇO! Minimizei. Menos 47 Livros! IUPIII!!!

Destralhado: 47 Livros de culinária
Organizar: O espaço onde estavam os livros
Vendido: 47 Livros no OLX.

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